COM A GRAVIDEZ DE FABÍOLA, CONFIRA COMO ESTÁ A DISPUTA DA VAGA OLÍMPICA ENTRE AS LEVANTADORAS DA SUPERLIGA

Em meio ao desfalque de Fabíola por causa da gravidez, Zé Roberto terá grande desafio ao escolher a substituta da segunda levantadora da seleção brasileira para os Jogos Olímpicos.

A seleção brasileira de voleibol enfrenta alguns desafios desde já, começando pela gravidez de Fabíola, a segunda levantadora da equipe que já estava afastada desde o início do ano ao pedir dispensa para cuidar de assuntos pessoais. Sem Fabíola, peça importante na equipe, o Brasil teria um desfalque enorme nesta posição, uma vez que apenas Dani Lins tem lugar garantido nas Olimpíadas. Fabíola chegou a assinar contrato com a equipe Volero Zurich, mas sua gravidez irá impedi-la de atuar nos próximos meses, por isso, o clube quer estender o contrato com ela para que se recupere bem e continue fazendo parte da equipe. 
Sabe-se que, Fabíola pode ou não ter um bom retorno à seleção, depende apenas de sua recuperação física. O parto está previsto para maio, logo, ela terá 2 meses para se recuperar e reconquistar seu espaço a tempo do torneio olímpico.

Foto: FIVB

Então, quem seria a suposta substituta de Fabíola na próxima Olimpíada? 

De acordo com as últimas convocações do técnico José Roberto Guimarães, Macris, Ana Tiemi e Roberta seriam as futuras escolhidas. Mas, se a escolha fosse de acordo com o desempenho da Superliga, outras levantadoras vem chamando atenção por suas atuações, dentre elas, Claudinha, jogadora que já foi convocada várias vezes, mas a cerca de dois anos não tem sido convocada.

Em redes sociais, pessoas antenadas no voleibol mostram mais confiança na levantadora Claudinha, com a justificativa de que um bom início de torneio pelo seu clube atual, o Dentil/Praia Clube, que ocupa a segunda colocação. 
Por sua vez, Macris vem logo em seguida na escolha do público, por ter sido convocada recentemente e ter feito uma campanha regular no Pan-americano, conquistando o vice-campeonato, além disso ela já foi eleita por duas vezes a melhor levantadora da Superliga. 
Em terceiro, Ana Tiemi, que também esteve na campanha do vice-campeonato Pan-americano, está de volta ao Brasil e atua pelo clube Concilig/Bauru, mas tem feito uma Superliga não muito regular, oscilando a atuação e muitas vezes, dividindo a titularidade com a levantadora Camila Adão. 
Já em quarto lugar, vem Roberta, levantadora experiente mas que apesar de ter integrado a seleção no Grand Prix de Vôlei, ainda é a levantadora reserva de sua equipe, o Rexona/AdeS, desde a chegada da levantadora norte-americana Courtney Thompson. Para os fãs de voleibol, Roberta estaria mais longe de conquistar essa vaga. Mas, vale lembrar que essa decisão pertence apenas ao técnico Zé Roberto, e ele não tem se pronunciado sobre o que fazer nessa posição.
Apesar de ter acontecido apenas poucas rodadas do torneio, já dá para ter uma concepção da atuação das levantadoras, posição a qual o Brasil terá que escolher bem nas vésperas do ano olímpico.
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About Juliana Amaral

Brasileira e alagoana. Proprietária e Redatora da United for Volley, estudante de Jornalismo e Design Gráfico, jogadora de voleibol e amante de música pop.

2 comentários:

  1. A Naiane (Minas) deve ser considerada nessa briga! Embora inexperiente, já joga/jogou com grandes jogadoras e vem mostrando ser mais veloz e versátil que a maioria!

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