Rexona/Ades não dá espaço para Camponesa/Minas e se isola na liderança da Superliga

Em um clássico válido pela nona rodada da Superliga Feminina, o atual campeão e líder Rexona/Ades recebeu o Camponesa/Minas em uma partida que tinha tudo para ser um jogaço, além de alterar automaticamente a tabela de classificação do torneio. 

E foi o que aconteceu, com a vitória das cariocas por 3 sets a 0 com as parciais (25/20, 25/22 e 25/21), as mineiras caíram para a quarta posição enquanto o Rio se isolou ainda mais na liderança do torneio.

Foto: CBV

Apesar do favoritismo da equipe da casa, as mineiras vinham de um boa fase, com vitórias importantes sobre grandes times, o que se fez criar bastante expectativa para esse duelo.

A equipe da casa começou a partida com a levantadora Courtney, a oposta Monique, as centrais Carol e Juciely, as ponteira Natália e Gabi e a líbero Fabí. Já as visitantes iniciaram com a levantadora Naiane, a oposta Carla, as centrais Carol Gattaz e Mara, as ponteiras Tandara e Mari Paraíba e a líbero Léia.

No início do jogo, tudo parecia bastante equivalente, com trocas diretas de pontos entre as duas equipes. A partir do primeiro tempo técnico, as cariocas passaram a abrir vantagem, com show de ataque das ponteiras Natália e Gabi e boa sequência de bloqueio da central Juciely. O que mais realmente chamou atenção é a facilidade que a equipe do Rio de Janeiro tem de fazer o jogo fluir sem ter o passe perfeito.

Já do lado mineiro, a jogadora mais utilizada no primeiro set foi a ponteira Tandara.

Após pedido técnico do comandante Paulo Coco, as mineiras entraram no jogo e chegaram a buscar o placar que tinha diferença de 4 pontos.

No 11/10, foi a vez do técnico Bernardinho solicitar tempo técnico para chamar atenção de suas atletas, que se atrapalharam com a sequência de pontos do time mineiro, muitos deles de bloqueio com a central e capitã Carol Gattaz.

Ainda no primeiro tempo, a partida foi paralisada devido à forte chuva que atingiu as estruturas do ginásio, molhando algumas partes da quadra por conta das goteiras existentes no teto.

Com pouco mais de meia hora de paralisação do jogo, os árbitros autorizaram o retorno. O Rio de Janeiro usou a pausa para renovar as forças e dominou o set, fechando a parcial em 25/20.

Já no segundo set, as coisas começaram mais quentes, com o Minas bem mais focado e engajado. Porém, o set que começou pegado, logo se virou a favor do time carioca que fechou a parcial em 25/22.

No terceiro e último set, a equipe mineira tomou mais um gás a fim de evitar a derrota precoce. Elas chegaram a ficar na frente do placar algumas vezes, mas a noite realmente era das cariocas que se reestruturam para recuperar o set e fechar a partida com 25/21.

Na votação do público a levantadora norte-americana Courtney Thompson foi eleita a melhor jogadora da partida e levou o troféu Viva Vôlei. Vale destacar também a boa atuação da central Juciely no bloqueio e as ponteiras Gabi e Natália que mantiveram alto poderio de ataque.
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About Juliana Amaral

Brasileira e alagoana. Proprietária e Redatora da United for Volley, estudante de Jornalismo e Design Gráfico, jogadora de voleibol e amante de música pop.

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