Brasil atropela Rússia e é primeiro classificado para as semifinais do Grand Prix

Em um jogo rápido e de extremo domínio, Brasil despacha Rússia e garante vaga nas semifinais

Hoje (07), no clássico dos clássicos, o Brasil superou a Rússia em um inimaginável 3 sets a 0 com as parciais (25/22. 25/10 e 25/21). A maior pontuadora do confronto foi a oposto Sheilla, com 14 belos acertos. Em seguida, a central Thaisa marcou 13 vezes. Esse resultado classificou a seleção brasileira em primeiríssimo lugar para as semifinais, onde conhecerá seu adversário amanhã na decisão do outro grupo.

Foto: FIVB

No confronto mais esperado do dia, nenhum surpresa em relação a equilíbrio. De início, pontos trocados frequentemente. Até que, Fernanda Garay, bastante acionada por Dani Lins, pontou diversas vezes e contribuiu para que o Brasil passasse a abrir certa vantagem. O bloqueio não foi o forte nesse set, marcando apenas uma vez, em compensação, o Brasil abusou das defesas e contra-ataques, além de ter sacado muito bem. Erros à parte da equipe russa também foram estopim para a derrota delas no primeiro set. Então, não havia nada a fazer, o Brasil começava um belo atropelo sobre a russas, fechando o set em 25/22.

Foto: FIVB

Na segunda parcial, bastante superioridade brasileira. Em pouco tempo, o Brasil abriu uma excelente vantagem de 4 pontos, e seguiu com ela até o técnico Yuri Marichev decidir parar o jogo com o placar 7/3. Após a parada, a vantagem se duplicou e as brasileiras tomaram o jogo pra si, anulando as principais atacantes russa na partida. Thaisa esteve responsável por fechar a porta brasileira até mesmo para Goncharova, principal atacante russa. Enquanto isso, Leia seguia em plena constância e entregando o passe na mão de Dani Lins. Em relação em virada de bola brasileira, todas pontuaram, e m especial, Fernanda Garay. A atacante mais baixa do Brasil simplesmente não tomava conhecimento do bloqueio e defesa russos, fazendo então, uma de suas melhores partidas no campeonato. Com a vantagem brasileira ainda maio, chegando a atingir 10 pontos, Marichev optou pela inversão 5-1, dessa vez, com Malygina e Startseva em quadra no placar 20/9. Quando as coisas pareciam não poder ficar ainda melhores, uma sequência de bloqueios deixou o Brasil muito tranquilo pra vencer o segundo set por 25/10, com uma bola cheque da Fabiana.

Foto: FIVB

No terceiro e último set, Yuri Marichev optou em deixar Startseva como titular na partida no lugar de Kosianenko. Desde então, parecia que aquele poderia ser um set equilibrado. Porém, não foi bem isso que aconteceu. As parciais permaneceram apertada somente até a primeira parada técnica (8/6). Daí em diante, com show de bloqueios e contra-ataques, o Brasil seguia brilhando e se distanciando no placar sem dificuldade. No 15/11, Zé Roberto optou em colocar Jaqueline em quadra no lugar de Garay, devido à boa vantagem. Já na segunda parada obrigatória, o placar marcava 16/11 e o Marichev já não conseguia mais assumir o controle diante de sua seleção. Sem esboçar reação, ele colocou de volta em quadra a central Fetisova, dessa vez, no lugar de Samoilenko, e em seguida, gastou mais um pedido de tempo para tentar orientar as russas, que agora perdiam por 19/14. Quando finalmente a Rússia veio esboçar alguma reação, já era tarde, muito tarde. O Brasil seguiu superior e fechou o jogo com uma pipe de Sheilla que explorou o bloqueio e terminou a partida como maior pontuadora.

Foto: FIVB
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About Juliana Amaral

Brasileira e alagoana. Proprietária e Redatora da United for Volley, estudante de Jornalismo e Design Gráfico, jogadora de voleibol e amante de música pop.

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