A Superliga Feminina não tem dono! E nós sabemos o porquê.

Estávamos acostumadíssimos a ver dois times - às vezes três - na hegemonia do voleibol brasileiro: Rio e Osasco. Já fazem mais de dois anos que a Superliga 'acordou' de vez para o público. Não entendeu? Eu explico melhor. É que parece que finalmente nossas atletas resolveram engolir a cápsula da competitividade e mostrar que nosso país está sim cheio de craques no voleibol. A prova disso é o atual campeão, poderoso Praia Clube.

Foto: Nadine Oliver

Entre grandes nomes de gerações passadas a novatas que estamos começando a aprender a soletrar, os clubes estão com 'sangue nos olhos' e os patrocinadores - principalmente- devem estar gostando do espetáculo. Imagina só, apostar em um time que - teoricamente ninguém dá nada por ele - e ter a brilhante façanha de vencer um gigante em plena sua torcida. É isto que está acontecendo este ano. Felicidade define.

Daí, podemos tirar incríveis duelos, seleção brasileira cotada a renovação, e muito, mas muito espírito de equipe. Hoje, podemos dizer em alto e bom som: a Superliga Feminina não tem dono. Ainda não entendeu? Acompanha as rodadas até os playoffs e celebre junto aos fanáticos por vôlei o grande shows protagonizado por mulheres talentosas e determinadas.
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About Juliana Amaral

Brasileira e alagoana. Proprietária e Redatora da United for Volley, estudante de Jornalismo e Design Gráfico, jogadora de voleibol e amante de música pop.

3 comentários:

  1. Realmente, hj consigo ver a Maíra na seleção. ZRG está fazendo um excelente trabalho com ela, vejo Karol Tormena na seleção, para compor o passe, vejo Sara Dias ou Lorenne na seleção, e a Superliga já está com uma marca histórica, 28 jogos: 7 terminaram no Tie Break e 10 sets nessa Superliga já terminaram na margem minima(2 pontos de diferença)

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  2. O que ninguém fala é que a Superliga feminina perdeu qualidade. Nivel técnico fraquíssimo. Jogadoras de seleção cometendo erros de juvenis. Sem contar os ginásios sem o mínimo de estrutura. Panela de Pressão em Bauru, Jose Corrêa em Barueri e AyetAy Senna em Itapetininga (masculina) com jogos adiados ou que tiveram seu andamento quase prejudicado por causa de goteiras. Justo numa época que chove demais, que é entre o final da primavera e o final do verão. Voltando à competição em si, muitos jogos doem a vista. Não é que a Superliga está mais competitiva, e sim porque os times estão nivelados por baixo. Nao há oportunidade para atletas da base, a maioria dos times prefere contratar estrangeiras para posições cruciais (temos pouquíssimas opostas atuando na competição – isso visando uma Olimpíada é preocupante). Enfim, está sendo difícil acompanhar a edição 25 desta que foi um dia uma das melhores ligas de volei do mundo. Hoje é apenas uma liga intermediária e sem relevância nenhuma no cenário internacional.

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